Bem-vindo à minha página de autor. Sou engenheiro e cientista da computação e trabalho como professor universitário, mas aqui não há (quase) nada referente a isso. Esta página é dedicada ao meu passatempo de escrever. Aqui você encontra meus livros e algumas informações sobre a minha experiência como escritor.

Sobre


Sempre fui apaixonado por ficção. Pela sensação de ser levado a outros mundos, viver aventuras e conhecer diferentes personagens, cada um com sua própria existência. E claro, como qualquer criança, adorava filmes e desenhos animados. Mas eu gostava muito de ler, muito mesmo. Acho que esse gosto pela leitura veio porque nos livros o tempo demora mais para passar. Ao contrário dos filmes e desenhos, que te levam embora por poucos minutos, a história de um livro te acompanha por dias, semanas, meses. Ela dura bastante, chega até a fazer parte da sua rotina diária. A ligação é mais duradoura.

O que também me atraía era que, apesar de terem sido escritas por outras pessoas, as histórias eram minhas. Só minhas! E eu sempre achei isso o maior barato dos livros: o autor era quem escrevia as palavras, mas quem criava aqueles mundos, quem desenhava os personagens e dava o ritmo da história era eu, sozinho. Por mais detalhada que fosse uma descrição de cenário ou personagem, a versão final era criada pela minha imaginação. Achava que essa liberdade de ser, além de um mero leitor, um (quase) co-autor, deixava a experiência mais pessoal, mais vívida. Sempre fui assim. Eu às vezes até teimava em mudar um determinado aspecto de um personagem, pois para mim parecia combinar mais. E daí que o autor disse que Fulano tinha cabelos compridos? Para mim o sujeito era calvo e ponto final! Ah, o cenário do crime era uma cidade? Que tal colocar a cidade no litoral? Talvez por isso eu nunca tenha gostado de histórias ilustradas, mesmo quando criança. Os desenhos eram sempre diferentes do que eu imaginava.

Agora estou do outro lado. Ao invés de embarcar nas histórias dos outros, resolvi criar as minhas próprias. E o mais legal é que, da mesma forma que eu me sentia um pouco como um autor das histórias que lia, eu agora me sinto um pouco como leitor das histórias que escrevo. Até agora foram poucas histórias (só três livros), mas foram várias as vezes em que senti que a história e os personagens se conduziam sozinhos. Era como se eu estivesse lendo uma história já pronta, não sei explicar muito bem. Certamente outros autores mais experientes conseguem descrever muito melhor essa sensação.

Bem, nesta página você vai encontrar o resultado dessa experiência. Se quiser embarcar nessa viagem, espero que goste das minhas histórias tanto quanto eu gostei de escrevê-las. Claro, elas são minhas, mas eu empresto para você. Pode até mudar alguma coisa, se quiser, fique à vontade. Até recomendo!

Um abraço!

Nascido em Araras - SP, em 1979, Daniel Lucrédio é formado Engenheiro de Computação pela UFSCar - Universidade Federal de São Carlos, e Doutor em Ciência da Computação pela Universidade de São Paulo. Trabalha com desenvolvimento de sistemas desde 1997, e como pesquisador desde 1999, tendo realizado estágios de pesquisa na Microsoft, em Redmond, WA, EUA e na George Mason University, em Fairfax, VA, EUA. Desde 2010 é professor adjunto e pesquisador da Universidade Federal de São Carlos - SP.

Livros




"deus ex machina"


Uma distopia futurística brasileira, onde os personagens se envolvem em um grande mistério e precisam se aventurar por diversas localizações do Brasil em uma jornada épica, com algumas surpresas no final. Essa é a minha primeira obra, que começou a minha paixão pela escrita. Tentei trazer um pouco do meu conhecimento sobre computação, sem deixar de lado a história e a minha visão particular da humanidade e sua percepção da tecnologia.


A coruja que não enxergava no escuro


Uma história curta. Surgiu como uma tarefa da escola da minha filha. Ela precisava fazer um desenho sobre alguma história que falasse de autonomia. Ao invés de pesquisar uma história pronta, resolvi escrever. O resultado acabou virando um livrinho, cuja capa é o desenho que ela entregou na escola. Confesso que tirei muita coisa dos clássicos infantis. Acabou ficando uma mistura com elementos emprestados do "patinho feio" e do "rei Leão", com um toque brasileiro.


O mistério da chácara


Esse livro começou a pedido do meu sobrinho, que queria uma história. Aproveitando o ritmo do meu segundo livro, resolvi escrevê-la e me aventurar um pouco mais no mundo das crianças. Bom, eu adorava ler a coleção Vaga-Lume, com suas histórias voltadas ao público infantil. Tentando resgatar um pouco dessa inspiração, acabei escrevendo uma história que virou um livro completo, com muito suspense, aventura, mistérios e até alguns sustos! O mistério da chácara é a minha homenagem a esse gênero literário tão importante para trazer mais crianças ao fascinante mundo da leitura.


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